Reajuste nos planos não suporta custos crescentes

25 de Julho de 2017

Reajuste nos planos não suporta custos crescentes

Matéria com ministro da Saúde na Revista de Seguros discute maneiras de enfrentar o problema que afeta a todos

A última edição da Revista de Seguro, de abril/maio/junho de 2017, traz uma longa matéria com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, abordando os custos crescentes na Saúde Suplementar, bem acima da inflação média, e os caminhos para se equacionar o problema. Somente em 2016, segundo a matéria, a Variação de Custo Médico Hospitalar (VCMH) foi de 20%, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 6,29%.

De acordo com o ministro, os custos médicos têm forte impacto, não só na saúde privada, mas também na pública, e a solução deve passar pela implementação de novos modelos de gestão, pela busca da eficiência e pela redução do desperdício e da imprevisibilidade, além de investimento em programas de manutenção da saúde.

A análise de custo/benefício das incorporações tecnológicas e a transparência de preços na cadeia produtiva foram algumas das iniciativas propostas pela FenaSaúde. Já a ANS estuda a possibilidade de autorizar a oferta de planos de saúde mais acessíveis, a pedido do Ministério da Saúde, que também tem se reunido com representantes de instituições do segmento em busca de alternativas.

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